Bravura Indômita - Jeff Bridges com uma voz irreconhecível e um sotaque de arrepiar os cabelos. Matt Damon realmente assumindo que está velho e gordo, mas nem por isso perdendo seu encanto. Os irmãos Cohen trazem uma belezinha juvenil para ressuscitar o velho-oeste e conseguem emocionar.
Cisne Negro - A trilha sonora é o Lago dos Cisnes. A protagonista é Natalie Portman. Odeio ser lugar comum, mas isso é a receita certa para um filme lírico. Não fossem as cenas obscuras e as sensações de agonia e pressão ao ver o esforço físico e psicológico das bailarinas. Não é porque tem bailarina que é filme de menina.
127 Horas - Agonia, angústia, nervoso, desespero e surrealismo. Eu ainda poderia escolher mais umas palavras pra descrever aquelas benditas 127 horas. Pensei que fosse impossível entreter e emocionar o espectador durante quase duas horas com um único personagem, um único cenário. Mas não. É de tirar o fôlego.
O Discurso do Rei - Impagável ver Colin Firth rodando no chão. Principalmente, depois daquela bela interpretação em A Single Man. É o encanto por trás da família real inglesa e a curiosidade que eles nos despertam. Era pra ser o filme sobre um líder, mas é o filme sobre um homem e seus medos.
A Rede Social - O dinheiro, o poder, o status. Nossa geração cresce em meio a amigos no Facebook e as ambições para o futuro. Amigos, amigos, negócios a parte. Sempre. Talvez seja a primeira vez que nós, usuários de internet, nos vemos retratados sem parecermos personagens do futuro. É contemporâneo, é presente.
O Vencedor - Mark Whalberg me fez esquecer que ele é ele. Que ele é o eterno carinha com a cueca da Calvin Klein. Christian Bale é bem mais que o Batman da franquia mais bem sucedida. E a Amy Adams... eu não me canso de adorar essa menina. Uma família que precisa entender o que é importante para obter a vitória. E um filme de família é sempre um filme de família.
Toy Story 3 - A gente precisa crescer e a parte boa disso, além de poder encher a cara e fazer sexo na Universidade, é começar a parecer um idiota, lembrando da infância e dos brinquedos daquela época. Fala sobre amizade e sobre sentimentos descartáveis. É impossível não chorar.
Inverno da Alma - Um filme inteso e realista, quase um documentario. Uma menina que tem que enfrentar o submundo do tráfico de drogas e a responsabilidade de garantir para os irmãos e a mãe um inverno menos rigoroso, coisa que ninguém foi capaz de garantir por ela.
A Origem - Efeitos especiais garantem um sucesso comercial e um roteiro interessante, com uma história misteriosa garantem um bom filme. É instigante, apesa de grande, e a primeira vista parece inovador. É uma linguagem batida, mas apresentada com toques de novidade. Eu não imaginaria uma viagem tão grande. E tem a Marion, mais o quê?
Minhas Mães e Meu Pai - Fala de assuntos cotidianos, da família do século XXI, mesmo que seja uma família fora dos padrões da sociedade. Duas mães lésbicas, de dois adolescentes que querem conhecer o pai. Uma boa maneira de mostrar que essas histórias existem e que essas famílias não têm nada de anormal.